sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Mania Doce Mania

Cornucópia de devaneios maníacos
Manancial de segredos místicos
Navegando na noosfera bravia
Adentrando a caudalosa bacia

Do rio da mutação constante
Lanterna da geração sextante
Ampulheta de ponta cabeça
Colha o quinhão que mereça

Virar o Real ao avesso
Adesso, presto vivace!
Ame, beije, abrace
Vire um moleque travesso

Atravesse a fina membrana
Entre a ilusão e a magia
Em linhas tortas trace
Sua própria psicodelia
Granjeie lindas filigranas

Grama Verdinha Vertendo
Vórtices Girando Velozes
Vaticatar Vetusta Gárgula

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